Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Navio militar americano em operação de "liberdade de navegação" em janeiro

(afp_tickers)

O Pentágono planeja realizar patrulhas mais regulares no Mar da China Meridional, a um ritmo de duas ou três por mês, para defender a liberdade de navegação nas águas reivindicadas por Pequim, informou o Wall Street Journal neste sábado.

De acordo com o jornal americano, o objetivo é assumir uma posição mais firme em relação às reivindicações marítimas da China, ao invés de continuar com a tática da administração de Barack Obama, a de tratar caso a caso.

As autoridades americanas se recusaram a especificar onde ou quando as novas patrulhas serão realizadas, mas asseguraram ao jornal que o plano desenvolvido pelo Comando do Pacífico contempla duas ou três operações mensais de "liberdade de navegação" nos próximos meses.

As futuras patrulhas também poderiam incluir aeronaves militares e navios de guerra, de acordo com o veículo.

Desde que o presidente Donald Trump assumiu o poder em janeiro três operações de "liberdade de navegação" foram concluídas.

A última foi realizada pelo USS John S. McCain, um destróier que colidiu com um petroleiro há alguns dias em Cingapura, em um acidente no qual 10 marinheiros morreram.

Durante o governo Obama, a Marinha dos Estados Unidos realizou quatro operações semelhantes no Mar da China Meridional, onde Pequim tem aumentado suas reivindicações construindo ilhas artificiais com portos, estradas e outras infraestruturas.

Pequim reivindica quase todo o Mar da China Meridional, por onde passam anualmente mercadorias avaliadas em bilhões de dólares e onde acredita-se existir grandes depósitos de gás e petróleo.

Vietnã, Filipinas, Malásia, Brunei e Taiwan reivindicam sua soberania.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP