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EUA proibirão dispositivos eletrônicos descarregados em voos

Inspetores da Administração de Segurança nos Transportes dos EUA (TSA) revistam bagagens no aeroporto internacional de San Francisco, em 5 de agosto de 2003 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 06. julho 2014 - 22:10
(AFP)

Os dispositivos eletrônicos descarregados e incapazes de serem acionados não serão admitidos a bordo de aviões com destino aos Estados Unidos, informou neste domingo a agência de transporte aéreo (TSA).

"Durante a inspeção de segurança, os agentes poderão pedir que os proprietários liguem seus dispositivos" eletrônicos, destacou a TSA, advertindo que todos os dispositivos eletrônicos serão submetidos à vistoria.

"Os dispositivos descarregados não serão permitidos a bordo do avião. O viajante também poderá sofrer uma revisão adicional".

Os exames de dispositivos eletrônicos como microcomputadores e smartphones têm como base o temor de que extremistas possam usá-los em novas táticas para atacar aviões.

"A TSA continuará aplicando medidas para garantir a segurança dos viajantes nos mais altos níveis".

Os viajantes que chegam aos Estados Unidos procedentes da Europa e do Oriente Médio têm enfrentado uma férrea segurança aérea diante dos temores de que a rede Al-Qaeda esteja desenvolvendo explosivos indetectáveis.

As autoridades francesas e britânicas aconselharam os passageiros a prever um tempo adicional tendo em conta as novas medidas de segurança, sem precisar os novos procedimentos.

O departamento de Segurança Interna (DHS) orientou a TSA a exigir das empresas aéreas e das autoridades aeroportuárias na Europa e em outras regiões que examinem os sapatos dos passageiros com destino aos Estados Unidos e incrementem as revistas aleatórias, revelou a rede de televisão ABC News, que cita uma ameaça "diferente e mais alarmante".

O secretário do DHS, Jeh Johnson, disse na quinta-feira que se trabalha para que tais operações causem "o mínimo de transtornos possíveis aos passageiros".

Na quarta-feira passada, os Estados Unidos exigiram publicamente uma maior segurança nos aeroportos da Europa e do Oriente Médio envolvendo os voos para o território americano.

Os serviços de Inteligência estão atentos, especialmente, à Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP), o braço iemenita da rede extremista. Algumas agências acreditam que a AQAP está ensinando combatentes que lutam na Síria a fabricar bombas para atacar objetivos ocidentais.

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