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Tanque israelense dispara míssil contra Gaza em 23 de julho

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A autoridade da aviação americana retirou na noite de quarta-feira a proibição de realizar voos civis em direção a Israel, mas advertiu que a situação é muito instável na região.

Na terça-feira a agência havia proibido os voos após a queda de um foguete perto do aeroporto Ben Gurion de Tel Aviv, e na quarta-feira ao meio-dia havia renovado a decisão.

Os aliados europeus haviam tomado uma medida similar.

"A FAA (Agência Federal de Aviação) levantou suas restrições às linhas aéreas americanas de voar partido e chegando ao aeroporto Ben Gurion de Tel Aviv, ao cancelar uma instrução aos aviadores que havia renovado hoje mais cedo", informou o gabinete em um comunicado na noite de quarta-feira, poucas horas antes da expiração da proibição.

Antes de tomar esta decisão, a FAA havia indicado que trabalhava estreitamente com o governo israelense para analisar novas informações significativas e determinar os potenciais riscos à aviação civil americana.

No entanto, o comunicado não indicava o que era esta nova informação.

Israel havia advertido sobre o impacto econômico que esta proibição teria para muitas companhias aéreas do mundo e indicou que, se ela continuasse, seria interpretada como uma vitória para o movimento islamita palestino Hamas.

A FAA afirmou que "continua monitorando de perto as proximidades do aeroporto Ben Gurion, onde a situação é muito instável, e tomará mais ações se for necessário".

Ao menos 718 palestinos morreram nos 17 dias de combates em Gaza, a maioria civis, segundo organizações de direitos humanos.

No outro campo 32 soldados, dois civis e um trabalhador estrangeiro morreram.

AFP