Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O presidente americano Donald Trump em Washington, DC, no dia 2 de agosto de 2017

(afp_tickers)

Um irmão do falecido líder venezuelano Hugo Chávez e outros sete políticos na Venezuela foram sancionados nesta quarta-feira pelos Estados Unidos por sua relação com a polêmica Assembleia Constituinte, impulsionada pelo presidente Nicolás Maduro.

O Departamento do Tesouro aplicou medidas financeiras contra Adán Chávez, Francisco Ameliach, Erika Farías, Carmen Meléndez, Ramón Vivas, Hermann Escarra, Tania D’Amelio e Bladimir Lugo, por estarem envolvidos de alguma maneira com a Constituinte que rege a Venezuela desde sexta-feira com poderes absolutos, enfrentando um amplo rechaço internacional.

"O presidente Maduro instalou esta Assembleia Constituinte ilegítima para ampliar ainda mais sua ditadura e continua estreitando seu controle sobre o país", indicou o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, citado em comunicado que anuncia as novas medidas contra os oito políticos.

"O desprezo deste regime pela vontade do povo venezuelano é inaceitável", acrescentou, destacando o apoio dos Estados Unidos à "oposição à tirania".

As sanções supõem um congelamento de todos os bens que estas pessoas tenham sujeitos à jurisdição dos Estados Unidos, e proíbe que cidadãos americanos faça negócios com eles.

O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro (OFAC) aplicou estas medidas em cumprimento de um decreto de 2015, que autoriza sanções contra funcionários e ex-funcionários do governo da Venezuela e de outros que socavem a democracia neste país.

O governo de Donald Trump sancionou Maduro em 31 de julho, e já havia feito o mesmo com 13 funcionários e ex-colaboradores do presidente venezuelano, acusados de quebrar a democracia, incorrer em corrupção ou violar os direitos humanos.

AFP