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Os combates travados  desde a sexta-feira (25) entre as forças de segurança birmanesas e os rebeldes muçulmanos rohingyas causaram ao menos 92 mortos.

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O exército birmanês abriu fogo neste sábado (26) contra centenas de membros da minoria muçulmana dos rohingyas que fugiam dos combates no oeste do Myanmar, com intuito de se refugiar em Bangladesh, segundo informações de um jornalista da AFP e de guardas da fronteira bengalesa.

Os combates travados desde a sexta-feira (25) entre as forças de segurança birmanesas e os rebeldes muçulmanos rohingyas causaram ao menos 92 mortos.

Os soldados birmaneses dispararam com morteiros e metralhadoras contra os civis desde a sexta-feira no posto fronteiriço de Ghumdum. Os rohingyas não podem cruzar para Bangladesh nega o acesso ao seu território.

Os combates entre o exército e os rebeldes acontecem no estado de Rajin, convulsionado há anos por fortes tensões entre os budistas e a minoria muçulmana dos rohingyas.

Considerados estrangeiros em Mianmar, um país onde 90% da população é budista, os rohingyas são apátridas ainda que vivam há anos no país.

Eles não têm acesso ao mercado de trabalho, escolas ou hospitais, e o aumento do nacionalismo budista nos últimos anos reavivou a hostilidade contra a minoria.

Bangladesh, nação de maioria muçulmana, não vê com bons olhos a chegada de mais rohingyas, uma vez que já acolheu milhares de refugiados dessa minoria em seu território.

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AFP