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Funeral do sargento americano David Johnson, morto em emboscada no Níger, na Flórida, em 21 de outubro de 2017

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Os militares americanos seguirão assessorando as forças locais do Níger, apesar da morte de quatro soldados dos Estados Unidos em uma emboscada no dia 4 de outubro, informou nesta segunda-feira (23) um alto oficial do Pentágono.

"Nossa intenção é prosseguir com as operações", declarou à imprensa o general Joseph Dunford, chefe do Estado-Maior Conjunto, ao divulgar mais detalhes do ataque de 4 de outubro supostamente realizado por membros do grupo Estado Islâmico (EI).

Dunford disse que os Estados Unidos contavam recentemente com 800 funcionários militares no Níger, sua maior presença na África subsaariana, e que se dedicam a trabalhos de apoio e treinamento do Exército nigerino na luta contra insurgentes.

Os quatro homens morreram quando a sua patrulha de reconhecimento foi atacada na fronteira com o Mali, ao norte de Niamey. Dunford disse que cinco soldados nigerinos morreram e outros dois americanos ficaram feridos.

Os 12 americanos e 30 nigerinos na missão foram atacados por 50 combatentes que Dunford descreveu como locais associados ao EI. Uma investigação está em curso, assinalou.

O general indicou que a missão foi apresentada assumindo que um conflito era "improvável".

"A maioria de nossas operações na África está desenhada para apoiar, treinar, assessor e ajudar" as forças locais, disse Dunford.

"Mitigamos o risco para as forças americanas com diretrizes de apenas acompanhar as forças locais quando as possibilidades de um contato com o inimigo são pouco prováveis", acrescentou.

Dunford afirmou que o ataque reflete a globalização da luta contra o EI à medida que o grupo é expulso de seus redutos no Iraque e na Síria.

"Estamos enfrentando um desafio que existe da África Ocidental ao Sudeste Asiático (...). Estamos enfrentando um desafio global", afirmou.

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AFP