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Enterro de homem morto em combates no Sinai, no Egito, em 14 de julho de 2014.

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Militares egípcios mataram 14 jihadistas na península do Sinai e prenderam outros 47 em combates que ocorreram no sábado, anunciou neste domingo o exército.

Segundo a agência oficial Mena, os confrontos ocorreram perto de Cheikh Zuwaid, no norte da península.

Desde a destituição, em julho de 2013, do presidente islamita Mohamed Mursi, o Egito vive uma onda de atentados contra as forças de segurança, sobretudo no norte do Sinai.

Os jihadistas reivindicaram estes ataques como resposta à repressão do novo poder militar egípcio contra os partidários de Mursi, que já deixaram mais de 1.400 mortos.

Por sua vez, o governo afirma que mais de 500 policiais e soldados morreram em atentados em todo o país.

Os ataques costumam ter como alvo as forças de segurança, mas em alguns casos são registradas vítimas civis. Em meados de julho, ao menos sete civis, entre eles um menino, morreram depois que um foguete foi lançado por erro contra um mercado em El-Arish, a principal localidade do norte do Sinai.

AFP