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Mimi Haleyi, ex-assistente de produção, durante coletiva em Nova York, em 24 de outubro de 2017

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Outra mulher se somou à torrente de acusações contra Harvey Weinstein ao afirmar que em 2006 ele a agrediu sexualmente em um hotel de Nova York quando procurava trabalho como ajudante de produção.

Essa nova acusação, feita em uma coletiva pela ex-ajudante de produção, que depois mudou de carreira, ilustra a dificuldade de transformar muitas dessas declarações em denúncias válidas aos olhos da Justiça, apesar de cerca de 50 mulheres terem acusado o produtor de assédio e agressões sexuais que vão até o estupro.

A ex-assistente de produção Mimi Haleyi contou que tinha "uns vinte e tantos anos" - não quis indicar a idade exata - quando se encontrou pela primeira vez com o poderoso produtor em 2004.

Assim como outras supostas vítimas de Weinstein, esperava que ele a ajudasse a encontrar trabalho e quando ele propôs que se vissem de novo em um hotel de Nova York, em 2006, ela aceitou sem que, de início, acontecesse nada anormal.

Alguns dias mais tarde as coisas começaram a piorar, segundo a acusadora, quando ele a assediou a ponto de forçar a porta de seu apartamento para que lhe acompanhasse em Paris nos desfiles de moda, o que ela recusou.

Quando voltou de Paris, Weinstein sugeriu um encontro em sua casa, que ela aceitou "porque queria ter boas relações com ele", e foi lá onde ele a agrediu sexualmente, afirmou.

Mimi Haleyi não foi à Polícia e não sabe se algum dia fará isso.

Sua advogada, Gloria Allred, que representa outras acusadoras de Weinstein e estava presente na coletiva, reconheceu que por se tratar de um caso de 2006 sobre agressão sexual "pode ter prescrito" tanto no penal como no civil.

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AFP