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Um ex-membro da equipe que desenvolve os carros autônomos do Google e outros veteranos de Silicon Valley apresentaram na terça-feira uma startup dedicada a equipar caminhões para que estes funcionem sem condutores humanos

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Um ex-membro da equipe que desenvolve os carros autônomos do Google e outros veteranos de Silicon Valley apresentaram na terça-feira uma startup dedicada a equipar caminhões para que estes funcionem sem condutores humanos.

Os cofundadores Anthony Levandowski e Lior Ron, ex-funcionário do Google que foi um dos principais designers do serviço de mapas da empresa, disseram ter criado uma companhia chamada Otto, com sede na cidade de San Francisco.

Os cerca de 40 membros da Otto incluem talentos da Alphabet - conglomerado de empresas vinculadas ao Google -, da Apple, e do fabricante de veículos Tesla, segundo uma publicação no blog de Levandowski e Ron.

"Somos uma equipe formada pelas mentes mais afiadas em tecnologia de auto-condução, e estamos comprometidos em repensar o transporte, não apenas melhorá-lo", afirma o texto.

"No centro da nossa visão está a crença de que a tecnologia de auto-condução é a chave para criar um futuro do transporte que seja mais sustentável, produtivo e, acima de tudo, seguro", acrescenta.

Em vez de tentar construir novos caminhões autônomos do zero, Otto se dedica a equipar caminhões já existentes com sensores, softwares e outras tecnologias capazes de substituir os condutores humanos - por exemplo, quando estes precisem dormir durante longas viagens.

"Para acelerar a adoção da tecnologia de auto-condução, começamos por equipar caminhões que já estão na estrada com nosso kit de auto-condução único, desenhado para capacitar os motoristas para que dirijam de forma mais segura e eficaz", diz a publicação no blog.

Google, Tesla e uma série de fabricantes de carros estão em uma corrida para colocar carros autônomos nas estradas, mas o projeto dos caminhões de carga autônomos pode vir a ser o pioneiro, já que as companhias são mais propensas a tomar decisões mais calculadas e menos emocionais.

AFP