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Ex-presidente Jimmy Carter em imagem de 17 de novembro de 2013

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O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter disse que se ofereceu para ir à Coreia do Norte em nome da Casa Branca para tentar dissipar as tensões com Pyongyang, informou neste domingo o New York Times.

"Eu iria, sim", disse Carter durante uma entrevista ao jornal em sua casa, quando perguntado se realizaria essa missão para o governo de Donald Trump.

O democrata de 93 anos, que foi presidente dos Estados Unidos de 1977 a 1981, acrescentou que disse ao assessor de segurança nacional presidencial H.R McMaster que "estava disponível se um dia precisem de mim".

Em 1994, Carter viajou para Pyongyang para negociar com Kim Il-Sung, o avô do atual líder norte-coreano, sobre o programa nuclear do país, informou o New York Times.

Nos últimos meses, o presidente Trump esteve envolvido em uma escalada retórica com o líder norte-coreano Kim Jong-Un, que incluiu uma troca de avisos e ameaças.

Perguntado sobre os ataques verbais, Carter disse que está "preocupado com a situação". "Eu não sei o que vão fazer, mas querem salvar seu regime", afirmou sobre os norte-coreanos, referindo-se a Kim Jong-Un como "imprevisível".

"Acredito que ele já conseguiu armas nucleares que poderiam destruir a península coreana e o Japão, e alguns de nossos territórios no Pacífico, talvez até nosso continente", indicou Carter.

Nos últimos meses, a Coreia do Norte realizou uma série de disparos de mísseis e seis testes nucleares, desafiando as múltiplas sanções da ONU.

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AFP