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Ex-presidente e candidato boliviano denuncia plano para desacreditá-lo

O ex-presidente boliviano e candidato opositor Carlos Mesa ao chegar à Procuradoria em La Paz, em 6 de maio de 2019. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 07. maio 2019 - 00:46
(AFP)

O ex-presidente boliviano Carlos Mesa, principal adversário do atual presidente, Evo Morales, nas próximas eleições, questionou nesta segunda-feira a competência da procuradora que o investiga e acusou o governo de armar um plano para desacreditá-lo.

Faltando apenas seis meses para as eleições presidenciais, o candidato mais forte da oposição se apresentou à procuradora anticorrupção Makerlin Zambrana, que o convocou para dar explicações sobre um depósito bancário recebido de um chefe de polícia com ligações com o tráfico de drogas.

Segundo Mesa, a procuradora "não tem competência para tratar do caso" porque é encarregada da região de La Paz, e o caso de Medina está na jurisdição da cidade de Santa Cruz.

"O governo coloca todo o seu poder contra mim, por meio de seus ministros, do Poder Legislativo e do Ministério Público. Todos estão disparando contra Carlos Mesa".

De acordo com o Ministério Público, Mesa foi convocado para apresentar sua versão sobre um pagamento que recebeu em 2009 do (ex-coronel) Gonzalo M. (Medina).

A procuradoria iniciou a investigação depois de receber a documentação da Assembleia Legislativa, na qual a deputada Susana Rivero revelou o pagamento de 30 mil dólares de Medina a Mesa pela compra de um apartamento na cidade de La Paz.

Segundo recente pesquisa do jornal Página Siete, Morales tem 34% das intenções de voto, contra 33% para Mesa, o que caracteriza empate técnico.

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