Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O ex-presidente georgiano Mikhail Saakashvili (E) e o eurodeputado polonês Jacek Saryusz-Wolski no trem parado na estação de Przemysl, sul da Polônia

(afp_tickers)

O ex-presidente georgiano Mikhail Saakashvili, acompanhado de dezenas de partidários, forçou neste domingo sua entrada na Ucrânia, onde espera recobrar sua nacionalidade do país, da qual foi privada pelo presidente ucraniano, Petro Poroshenko.

Após um dia de idas e vindas acompanhadas pela mídia, nas quais Saakashvili tentou passar pela fronteira sem sucesso, por rodovia e ferrovia, seus partidários conseguiram iludir os guardas invocando um alerta de bomba, em um ponto entre as cidades de Medyka, na Polônia, e Cheguyni.

O ex-chefe de Estado reformador, 49 anos, acompanhado de sua esposa e um filho de 11 anos, entrou andando no território ucraniano à frente de uma grupo de mais de mil partidários.

Após cruzar a fronteira, Saakashvili seguiu de automóvel para a vizinha cidade de Leópolis, onde foi recebido por centenas de pessoas.

Saakashvili deseja participar das eleições na Ucrânia com o objetivo declarado de promover reformas e lutar contra a corrupção.

O ex-presidente georgiano, hoje apátrida, é objeto de uma demanda de extradição enviada por Tblisi a Kiev.

Saakashvili recebeu o apoio da ex-primeira-ministra ucraniana Yulia Timoshenko, que viajou a a Rzeszow (sudeste da Polônia).

"Viemos para defender Mikhail, mas também viemos defender a Ucrânia", disse Timoshenko, comparando a situação atual da Ucrânia a da época do presidente pró-Rússia Victor Yanukovich.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP