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(Arquivo) Uma planta de maconha é vista em Caloto, Colômbia, no dia 23 de maio de 2016

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O primeiro teste clínico em grande escala de um derivado da cannabis, conhecido como cannabidiol, mostrou ser capaz de reduzir a frequências das convulsões epiléticas graves em 39%, informaram os pesquisadores nesta quarta-feira.

O cannabidiol (CBD) é derivado da planta da cannabis.

O estudo, publicado no New England Journal of Medicine, se concentrou em pacientes jovens com síndrome de Dravet, uma forma rara da epilepsia.

"O cannabidiol não deve ser visto como uma panaceia para a epilepsia, mas para os pacientes com formas especialmente graves que não responderam a inúmeros medicamentos, estes resultados dão a esperança de que logo poderemos ter outra opção de tratamento", declarou o pesquisador principal Orrin Devinsky, professor de Neurologia, Neurocirurgia e Psiquiatria no Langone Medical Center, da Universidade de Nova York.

"Ainda precisamos de mais pesquisas, mas este novo teste dá mais provas do que jamais tivemos da efetividade do cannabidiol como medicamento para a epilepsia resistente ao tratamento", acrescentou.

Os pesquisadores usaram uma forma líquida experimental do CBD, chamada Epidiolex, que não foi aprovado pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) dos Estados Unidos.

De acordo com o estudo, no grupo tratado com CBD a frequência de convulsões diminuiu em 39%, de uma média de quase 12 convulsões por mês para aproximadamente seis.

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AFP