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Facebook nega que Zuckerberg tenha violado proteção de dados

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, não violou conscientemente as regulamentações sobre a proteção de dados pessoais de usuários, afirmou nesta quarta-feira a rede social sobre um tema alvo de investigação federal no último ano afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 13. junho 2019 - 11:39
(AFP)

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, não violou conscientemente as regulamentações sobre a proteção de dados pessoais de usuários, afirmou nesta quarta-feira a rede social sobre um tema alvo de investigação federal no último ano.

As autoridades solicitaram que o Facebook entregasse emails à Comissão Federal de Comércio (FTC), alguns de 2012, que sugerem que Zuckerberg sabia mas não agiu diante do acesso de aplicativos externos aos dados pessoais sem o conhecimento dos usuários do Facebook, segundo The Wall Street Journal.

"Cooperamos completamente com a investigação da FTC até esta data e já proporcionamos dezenas de milhares de documentos, emails e arquivos", destacou o porta-voz do Facebook.

"Em nenhum momento Mark ou qualquer outro funcionário do Facebook violou conscientemente as normas da empresa orientadas pela FTC e não existe email que indique isto".

A FTC reabriu a investigação para determinar se o Facebook violou o acordo com o regulador sobre a proteção de dados dos usuários, após a revelação - no ano passado - de que a consultoria política Cambridge Analytica teve acesso a informações sobre milhões de usuários quando atuava na campanha do atual presidente americano, Donald Trump.

O acordo, firmado em 2011, prevê que o Facebook notifique aos usuários o compartilhamento de dados com terceiros e proíbe práticas enganosas por parte das redes sociais.

A investigação poderá levar a uma multa de bilhões de dólares.

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