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As duas colisões envolvendo navios da Marinha de Guerra dos Estados Unidos, que mataram 17 tripulantes nos últimos meses, foram provocadas por falha humana e eram "evitáveis", segundo relatório

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As duas colisões envolvendo navios da Marinha de Guerra dos Estados Unidos, que mataram 17 tripulantes nos últimos meses, foram provocadas por falha humana e eram "evitáveis", revela um relatório publicado nesta quarta-feira.

"Estes dois acidentes eram evitáveis e as duas investigações revelam diversos erros dos comandantes", informou o chefe de operações navais da Marinha, almirante John Richardson.

A colisão de 17 de junho entre o destróier USS Fitzgerald e o porta-aviões filipino Crystal, na costa da cidade japonesa de Yokosuka, "foi resultado de uma série de pequenos erros acumulados que revelam a falta da boa práticas da navegação", destaca o relatório.

Sete marinheiros americanos morreram e três ficaram gravemente feridos, incluindo o comandante, após o Crystal perfurar o casco do Fitzgerald abaixo da linha d'água.

A colisão de 21 de agosto no estreito de Cingapura entre o destróier USS John McCain e o petroleiro Alnic, de bandeira liberiana, "resulta principalmente de uma atmosfera de autoconfiança, presunção e desprezo pelas normas", destaca o relatório.

O choque ocorreu às 04H00 da madrugada, quando muitos dormiam, e o impacto também perfurou o casco do navio americano, matando dez marinheiros e ferindo outros 48. Foi necessário sete dias para retirar todos os corpos das ferragens.

Após os dois acidentes, o vice-almirante Joseph Aucoin, comandante da Sétima Frota americana - baseada no Japão - foi destituído e os comandantes dos navios, substituídos.

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AFP