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(Arquivo) Foto tirada em 28 de março de 2017 mostra a senadora republicana Susan Collins, em Washington DC

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A última proposta apoiada pelo presidente americano, Donald Trump, de derrubar a lei de acesso à saúde de seu antecessor, Barack Obama, falhou nesta segunda-feira quando uma senadora republicana, a terceira, se colocou contra o plano.

"Esse simplesmente não é o jeito que deveríamos abordar um importante e complexo tema que deve ser analisado com cautela e de forma justa para todos os americanos", afirmou a senadora Susan Collins em declaração, ao anunciar a sua oposição ao projeto de lei que pode substituir o Obamacare.

Collins se juntou aos senadores John McCain e Rand Paul ao rejeitar a nova legislação, que os líderes republicanos esperavam aprovar antes de 30 de setembro.

Os republicanos têm 52 cadeiras no Senado, que possui um total de 100, e só podiam lidar com dois "desertores".

Em julho, uma versão prévia deste projeto de lei já havia fracassado, o que provocou a ira de Trump, que fez da derrogação do Obamacare uma de suas promessas de campanha.

O golpe de misericórdia foi dado pelo Gabinete de Orçamento do Congresso (CBO), que nesta segunda-feira publicou uma alarmante análise da chamada lei Graham-Cassidy.

De acordo com economistas do CBO, "milhões" de pessoas ficariam sem cobertura médica com a reforma.

Devido à apressada redação do texto, os especialistas não tiveram tempo para fazer uma análise mais detalhada, mas em versões prévias da lei, entre 16 e 32 milhões de americanos perderiam sua cobertura médica até 2026.

O plano republicano consistia em transferir para os estados parte do orçamento federal para a saúde, permitindo às autoridades estaduais que eliminassem regulações existentes no mercado dos seguros privados.

Um grupo integrado por médicos, pacientes, empresas e representantes democratas se mobilizou para barrar a legislação promovida pelo governo Trump.

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AFP