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(Arquivo) A França abriga a maior comunidade judaica fora de Israel e dos Estados Unidos

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O presidente de uma associação judaica, sua mulher e seu filho foram sequestrados, agredidos e mantidos reféns na última quinta-feira à noite em sua residência, perto de Paris, um ataque condenado neste domingo por instituições judaicas e o ministro francês do Interior.

Uma investigação foi aberta por sequestro, roubo e extorsão com violência, crimes motivados pela religião das vítimas.

"Segundo os primeiros elementos, o motivo deste ato covarde parece ter relação direta com a religião das vítimas", denunciou o ministro Gérard Collomb.

Entre as vítimas, está Roger Pinto, 78, presidente da associação de defesa do povo judaico e do Estado de Israel Siona, ativista conhecido na comunidade, indicou à AFP seu advogado, Marc Bensimon.

Segundo o advogado, os agressores teriam dito: "Vocês são judeus, então onde está o dinheiro? São judeus, então têm dinheiro." Além do dinheiro, os ladrões levaram joias e cartões de crédito das vítimas.

A agressão lembrou a sofrida por Ilan Halimi, judeu sequestrado em 21 de janeiro de 2006, aos 23 anos. Ele foi encontrado agonizando perto de uma estação de trem ao sul de Paris, mas morreu quando era levado para o hospital.

O chefe do grupo que cometeu o crime, Youssouf Fofana, foi condenado à prisão perpétua em 2009.

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AFP