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As autoridades congolesas indicaram nesta sexta-feira que a febre hemorrágica de origem indeterminada que deixou 13 mortos desde 11 de agosto no noroeste da República Democrática do Congo está sob controle.

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As autoridades congolesas indicaram nesta sexta-feira que a febre hemorrágica de origem indeterminada que deixou 13 mortos desde 11 de agosto no noroeste da República Democrática do Congo está sob controle.

O ministro da Saúde, Félix Kabange Numbi, disse poder "garantir que a situação está sob controle em Boende, e especialmente no eixo de Lokolia", locais situados na província de Ecuador.

Declarou ainda que 13 pessoas, entre elas uma mulher grávida, cinco funcionários dos serviços de saúde e um bebê de um mês morreram desde 11 de agosto, depois de sofrer uma febre hemorrágica "de origem indeterminada", que, depois de quatro dias, provoca nos doentes vômitos e diarreias com sangue preto.

Lokolia e Watsikengo, que se encontram separadas por trinta quilômetros, são os epicentros da doença.

Segundo o ministro, os riscos de extensão da febre continuam sendo pequenos devido às barreiras naturais, já que para chegar a estas zonas afastadas é preciso se deslocar de avião, por estrada, canoa ou motocicleta.

Na manhã desta sexta-feira, um funcionário da Organização Mundial de Saúde (OMS), que enviou especialistas à zona afetada, e um membro da Médicos Sem Fronteiras (MSF) consideraram que ainda é muito cedo para falar de febre hemorrágica.

A doença ainda não determinada ocorre quando uma epidemia de Ebola (vírus descoberto na República Democrática do Congo em 1976) deixou desde o início do ano na África Ocidental ao menos 1.350 mortos, entre eles 576 na Libéria, 396 na Guiné e 374 em Serra Leoa, segundo um último balanço da OMS de 18 de agosto.

AFP