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(Arquivo) Prédio do Federal Reserve

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A renda mediana dos americanos cresceu nos últimos três anos em termos líquidos, mas as desigualdades também: apenas 1% da população acumula quase um quarto da renda nacional, segundo pesquisa do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) publicada nesta quarta-feira.

O 1% mais rico possuía 23,8% da renda em 2016, contra 20,3% em 2013, segundo a pesquisa trienal de finanças de consumidores do banco central, que consultou mais de 6 mil pessoas.

Em termos de patrimônio, esse mesmo 1% tinha 38,6% das riquezas dos Estados Unidos, contra 36,3% há três anos.

"As famílias no alto da escala tiveram ganhos maiores que o resto dos lares, o que é consistente com o crescimento da desigualdade de renda", disse o Fed no relatório.

Apesar desse crescimento da disparidade nos extremos da pirâmide social, a renda mediana das famílias nos Estados Unidos cresceu 10% em três anos, mostrando que a classe média americana começa a pisar em terreno firme após a crise financeira de 2008-2009, que afetou duramente sua renda e seu patrimônio.

Durante esses três anos, a economia americana cresceu em ritmo anual de 2,2%, a taxa de desemprego caiu a 5%, enquanto a inflação anual está em média em 0,8%.

A renda mediana em 2016 cresceu a 52.700 dólares anuais, com avanços proporcionalmente maiores para as famílias hispânicas (+15%) e negras (+10%), frente aos brancos não hispânicos (+6%).

Apesar do avanço, as disparidades entre as rendas de brancos não hispânicos e negros "persistem". Os brancos ganham entre 20% e 75% mais que as minorias.

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AFP