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Atletas competem nos Jogos de Pequim (2008)

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A Federação Internacional de Atletismo (Iaaf) foi vítima de hackers do grupo russo Fancy Bear, anunciou neste segunda-feira a entidade, em comunicado.

"A Iaaf foi vítima de um ataque cibernético, que acreditamos alcançou os formulários armazenados nos servidores da Iaaf", explicou a Federação.

"Acessos à distância não autorizados à rede da Iaaf" foram detectados "em 21 de fevereiro e tinham como alvo as AUT (autorizações com fins terapêuticos) de atletas, reunidas a partir de um servidor de arquivos e armazenados em um novo arquivo criado", continuou.

As AUT, autorizadas pelo Código Mundial Antidoping, geraram polêmica no passado. Permitem aos atletas tomarem medicamentos inscritos na lista de substâncias proibidas mediante apresentação de receita médica.

No ano passado, o grupo de hackers russos Fancy Bear invadiu a base de dados Adams, o sistema de gestão e localização da Agência Mundial Antidoping (Wada), publicando em ondas sucessivas os nomes dos atletas que teriam se beneficiado das AUT, entre eles nomes importantes como os tenistas Rafael Nadal e Serena Williams, a ginasta Simone Biles e os ciclistas Bradley Wiggins e Chris Froome.

Em janeiro de 2017, a Iaaf entrou em contato com uma empresa de luta contra ataques cibernéticos para realizar uma investigação técnica sobre os sistemas informáticos da Federação Internacional.

O presidente da Iaaf, o britânico Sebastian Coe, expressou "suas mais sinceras desculpas" aos atletas vítimas dos ataques e "que tinham confiado à Iaaf informações que pensavam que continuariam seguras e confidenciais".

A Iaaf suspendeu desde 13 de novembro de 2015 a Rússia de toda competição internacional de atletismo -incluindo os Jogos Olímpicos do Rio-, após a revelação de um esquema de doping de Estado no país.

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AFP