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Fiat Chrysler (FCA) no sería el primer fabricante de autos que pasa a control chino. Volvo, de Suecia, fue comprada por el grupo Geel en 2010 y desde entonces sus ventas aumentaron y le aseguraron el 20% del enorme mercado de China.

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O grupo ítalo-americano Fiat Chrysler está na mira de uma empresa chinesa que quer comprá-lo para entrar no topo da indústria automobilística dos Estados Unidos, disseram especialistas.

No mês passado, um fabricante chinês não identificado fez ao menos uma oferta para adquirir a Fiat Chrysler por um preço supostamente superior ao seu valor de mercado, anunciou nesta semana a publicação Automotive News.

A Fiat Chrysler se recusou a responder a AFP, mas suas ações subiram quase 10% desde que essa notícia foi divulgada.

"Não seria uma fusão. Seria uma venda direta", afirmou Joseph Phillippi, presidente da empresa Auto Trends Consulting.

Ele ainda explicou que a Fiat Chrysler fabrica as marcas Jeep e Ram, que não são populares apenas nos Estados Unidos, mas também na China e em outros países.

"A FCA (Fiat Chrysler) poderia investir em pequenos carros que seriam fabricados na China, mas seria bem interessante fazê-los com a ajuda da FCA no design", completou.

A Fiat Chrysler não seria a primeira fabricante de veículos a passar para o controle chinês.

A sueca Volvo foi comprado pelo grupo Geely em 2010 e, desde então, suas vendas aumentaram, com o domínio de 20% do amplo mercado da China.

A gigante americana General Motors (GM) vende mais carros na China que em seu próprio país. Em julho, a fabricante vendeu 287.500 unidades na China, contra 226.100 nos Estados Unidos.

A FCA, por sua vez, vendeu 110.000 carros na China no primeiro semestre de 2017, todo fabricados lá. A demanda foi estimulada especialmente pelos Jeeps montados em parceria com o grupo chinês GAC.

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AFP