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(FILES) This file photo taken on September 26, 2016, shows (Arquivo) Foto tirada em 26 de setembro de 2016 mostra Donald Trump (D) e seu filho Donald Trump Jr., em Hempstead, Nova York

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O filho mais velho do presidente americano Donald Trump e o ex-chefe de sua campanha serão ouvidos por uma comissão do Senado na próxima semana como parte da investigação sobre a suposta ingerência da Rússia nas eleições de 2016 nos Estados Unidos.

Estão previstos os depoimentos de Donald Trump Jr e de Paul Manafort ao Comitê Judicial do Senado às 10H00 local (11H00 Brasília) da próxima quarta-feira.

Os dois participaram da polêmica reunião com uma advogada russa, no ano passado, que havia prometido entregar material comprometedor obtido por Moscou envolvendo a adversária democrata de Trump nas eleições, Hillary Clinton.

Somando ao drama político da próxima semana em Washington, o genro de Trump Jared Kushner testemunhará na segunda-feira ao Comitê de Inteligência do Senado, embora em uma sessão a portas fechadas, segundo noticou a CNN citando o advogado de Kushner.

Kushner, que é casado com a filha de Trump, Ivanka, também compareceu à reunião de junho de 2016 com a advogada russa Natalia Veselnitskaya.

Trump Jr. sacudiu Washington quando revelou sua troca de e-mails em que combina uma reunião com a advogada russa a fim obter "informação de muito alto nível e muito sensível" que era "parte do apoio da Rússia e seu governo ao senhor Trump".

O presidente do Comitê Judicial, Chuck Grassley, e a senadora democrata Dianne Feinstein advertiram em cartas àqueles que testemunharão na semana que vem que precisam "conservar em seu poder todos os documentos relevantes relacionados com a ingerência da Rússia nas eleições de 2016, incluindo documentos relacionados a contatos seus ou da campanha de Trump com funcionários, associados ou representantes do governo russo".

Os senadores disseram que serão emitidas intimações caso as testemunhas não apresentem os documentos requeridos.

AFP