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Jennalyn Sentino é um dos cem bebês nascidos em hospitais públicos no arquipélago que receberam a designação de 'bebê número 100 milhões'.

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As Filipinas já têm oficialmente cem milhões de habitantes com o nascimento na manhã deste domingo de uma menina, um número simbólico e ao mesmo tempo preocupante para as autoridades desta nação pobre.

A menina, Jennalyn Sentino, é um dos cem bebês nascidos em hospitais públicos no arquipélago que receberam a designação de "bebê número 100 milhões".

"Trata-se ao mesmo tempo de uma oportunidade e de um desafio", declarou à AFP Juan Antonio Perez, diretor-executivo da comissão oficial de população.

Enquanto uma população crescente significa uma maior força de trabalho, também significa que há mais pessoas necessitadas da ajuda do Estado em um país onde cerca de 25% vivem na pobreza.

"Gostaríamos de diminuir o nível de fertilidade a dois filhos" por mulher, em vez da média de três atual, disse Perez.

Estes esforços se chocam frequentemente com a influência sobre 80% da população filipina da Igreja Católica, que reprova qualquer forma de controle sobre a natalidade.

AFP