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Líbios cruzam a fronteira com a Tunísia para fugir da violência no país, em Ras Jedir, em 30 de julho de 2014.

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O governo das Filipinas voltou a fazer um apelo a milhares de seus cidadãos para que abandonem a Líbia, nesta quinta-feira, depois que uma enfermeira desta nacionalidade foi sequestrada e estuprada e um trabalhador da construção foi decapitado.

Segundo o departamento de Relações Exteriores filipino, os 13.000 cidadãos deste país atualmente na Líbia devem se registrar em sua embaixada para ser repatriados o quanto antes, já que os confrontos entre grupos rivais ameaçam dividir o país, três anos após a deposição e a morte de Muanmar Kadhafi.

AFP