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(Arquivo) Entrada da Agência Fitch, em Paris, em 8 de agosto de 2011

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A agência de classificação Fitch rebaixou para "CC" a nota de crédito da Venezuela, por considerar que o risco de uma moratória aumentou após as sanções impostas pelos Estados Unidos, informou nesta quarta-feira a agência.

"Um default é provável, dada a nova redução das opções de financiamento do governo da Venezuela", afirma o comunicado da instituição.

Na última sexta-feira, Washington proibiu a negociação de dívidas do governo da Venezuela e de sua petroleira estatal PDVSA a fim de dificultar o acesso da "ditadura" do presidente Nicolás Maduro a fontes de financiamento. Os Estados Unidos também proibiram o pagamento de dividendos ao governo venezuelano.

"As sanções dos EUA exacerbam a fraca liquidez externa do país", disse a Fitch.

Apesar de sua economia ter sido arruinada pela queda dos preços do petróleo e pela longa e extrema crise política, a Venezuela conseguiu respeitar todos os seus compromissos de dívida até agora.

"Contudo, a esperada redução da posição de suas reservas internacionais no contexto das sanções serão uma prova muito severa para a capacidade e vontade de pagamento" do governo, disse a Fitch.

A agência observou que as reservas da Venezuela caíram 1,2 bilhão de dólares neste ano e atualmente são de 9,8 bilhões de dólares.

No mês passado, a agência de classificação SP Global Ratings advertiu sobre o risco de moratória com a deterioração das condições econômicas no país.

Em outubro e novembro, a Venezuela e a PDVSA deverão pagar cerca de 3,8 bilhões de dólares em vencimentos de bônus.

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AFP