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As forças do governo, próximas a Qabun, no dia 13 de maio de 2017

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Forças do governo sírio, apoiadas pelo Irã, se reuniram novamente próximo a um local que já foi bombardeado em maio pela coalizão internacional anti-extremista, o que poderia levar a novos ataques, informou nesta terça-feira o Pentágono.

Os aviões da coalizão bombardearam em 18 de maio o primeiro carro de um comboio que aparentemente se dirigia ao regimento de At Tanf, onde comandos da coalizão treinam e assessoram as forças locais que enfrentam os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI).

Esse comboio foi considerado ameaçador para a segurança dos soldados americanos e dos rebeldes sírios aliados da coalizão que estavam em At Tanf.

O bombardeio aconteceu em uma "zona de 'não conflito'", termo militar que designa um local em que as duas partes evitam se aproximar uma da outra.

Mas o Pentágono destacou que os soldados sírios pareciam querer instalar unidades de artilharia.

"Continuamos vendo como os soldados se reúnem na zona, o que nos preocupa", destacou nesta terça-feira o porta-voz do Pentágono, Jeff Davis, assinalando que "centenas" de soldados se encontravam na zona, apesar de somente um pequeno número deles estar na "zona de 'não conflito'".

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