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O secretário-geral da ONU, António Guterres (foto), disse no Conselho de Segurança que o ministro da Defesa do Sudão do Sul havia pedido desculpas pelo ataque ao comandante da ONU, ocorrido em 21 de setembro na capital sul-sudanesa, Juba

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Forças militares sul-sudaneses detiveram um comboio das Nações Unidas e atingiram o comandante da unidade no mais recente confronto com os capacetes azuis neste país africano, atingido por um violento conflito interno, segundo informe obtido pela AFP nesta quinta-feira (19).

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse no Conselho de Segurança que o ministro da Defesa do Sudão do Sul havia pedido desculpas pelo episódio ocorrido em 21 de setembro na capital, Juba.

Cerca de cem membros do Serviço de Segurança Nacional do Sudão do Sul "rodearam o comboio e apontaram suas armas aos veículos", detalha o informe confidencial enviado na segunda-feira ao Conselho de Segurança.

"Em um momento, o comandante do contingente que acompanhava o comboio foi agredido fisicamente", continua.

Guterres fez referência a 17 incidentes ocorridos em setembro, nos quais diferentes comboios foram bloqueados, capacetes azuis, acossados, e em alguns casos, detidos por forças do Sudão do Sul.

O chefe das missões de paz da ONU, Jean-Pierre Lacroix, declarou ao Conselho de Segurança na terça-feira que o governo tinha dado uma "resposta morna" à nova iniciativa de paz do grupo regional IGAD.

Dezenas de milhares de pessoas morreram e milhões foram deslocadas do Sudão do Sul desde 2003, devido a um conflito marcado por estupros, massacres étnicos e ataques a civis.

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AFP