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Fragmentos de rocha lunar vendidos por US$ 855 mil em leilão em NY

Três fragmentos de rocha lunar foram vendidos por 855.000 dólares em um leilão da Sotheby's, em 29 de novembro de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 29. novembro 2018 - 20:48
(AFP)

Três amostras de rocha lunar pegas durante uma missão soviética não tripulada em 1970 foram compradas em um lote por 855.000 dólares, em um leilão organizado nesta quinta-feira (29) em Nova York pela casa Sotheby's.

Estes fragmentos, trazidos à Terra pela missão Luna-16, havia sido oferecidos inicialmente à esposa de Serguei Korolev, considerado o pai do programa espacial soviético e falecido em 1966.

O preço final, que inclui comissões e gastos, representa quase o dobro do esperado (442.500 dólares) na primeira venda destas amostras, também na Sotheby's.

O preço de venda o coloca na metade da escala da oferta estimada da casa de leilões, que oscilou entre 700.000 e um milhão de dólares.

Segundo a Sotheby's, os oferecidos no fim de novembro são os únicos de todos os fragmentos enumerados pegos da Lua, tanto por missões americanas como soviéticas, que não são propriedade de governos.

Um sinal de que as missões lunares têm um forte poder de atração entre colecionadores foi o leilão de um estojo que Neil Armstrong usou para armazenar as primeiras amostras da Lua que recolheu por 1,8 milhão de dólares em uma venda na Sotheby's de Nova York, em julho de 2017.

Embora a China tenha conseguido pousar um módulo na Lua em 2013, as únicas amostras que foram trazidas para a Terra até hoje vêm de missões dos Estados Unidos e da União Soviética.

Os Estados Unidos não retornaram desde a missão Apollo 17, em 1972, e a Rússia não esteve na Lua desde o fim da era soviética e do voo Luna-24, em 1976.

A Nasa planeja voltar com um voo tripulado em 2023 e a China planeja construir uma base habitada na Lua.

Antes disso, uma organização privada sem fins lucrativos israelense quer enviar em dezembro um módulo não-tripulado, cuja alunissagem está prevista para meados de fevereiro de 2019.

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