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A venda de 4,5% da companhia de energia elétrica Engie no fim desta terça-feira rendeu pouco mais de 1,5 bilhão de euros à França

(afp_tickers)

A França deu início à venda de ações estatais de empresas a fim de arrecadar 10 bilhões de euros para financiar um programa que promova a inovação na economia engessada do país.

A venda de 4,5% da companhia de energia elétrica Engie no fim desta terça-feira rendeu pouco mais de 1,5 bilhão de euros ao país e foi a primeira a render frutos para o fundo de inovação promovido pelo presidente Emmanuel Macron durante sua campanha eleitoral.

"Essa venda de ações aconteceu num bom momento para o Estado", disse o ministro da Economia Bruno Le Maire numa nota.

"Esse é o primeiro estágio no plano de venda de ativos de 10 bilhões de euros".

Nem todos os especialistas estão convencidos de que o Estado francês conseguiu um bom preço, pois a venda ficou abaixo do preço da ação na bolsa nesta terça, de 13,98 euros.

"As ações da Engie valem muito mais, não foi necessariamente o melhor momento para vender", afirmou Christian Saint-Etienne na Universidade Paris-Dauphine. "Estamos vendo uma queima de estoque das joias da família".

A venda reduziu a propriedade do Estado para 24,1% do capital da Engie. Com o direito de votos duplos, o governo francês ainda tem mais que o mínimo de 33% dos direitos de voto que se comprometeu a manter e continua sendo o maior investidor.

O governo não especificou, ainda, as outras empresas que ele planeja vender, apesar de Macron ter indicado que o Estado não precisa necessariamente continuar como investidor da Orange, o antigo monopólio de telecomunicações.

Especialistas acham possível a venda de ações da Renault, da operadora de aeroportos ADP e da loteria FDJ.

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AFP