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O ex-presidente peruano Ollanta Humala, em Lima, em 22 de maio de 2017

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A embaixada da França no Peru descartou, nesta segunda-feira, que o ex-presidente Ollanta Humala e sua esposa, Nadine Heredia, tenham solicitado asilo nesse país para evitar a prisão preventiva ditada contra eles por um caso de lavagem de dinheiro.

"A embaixada da França no Peru desmente categoricamente as alegações publicadas em alguns meios relativas a uma suposta solicitação de asilo na França por parte do ex-presidente Ollanta Humala Tasso e de sua esposa Nadine Heredia Alarcón", disse a delegação diplomática em um comunicado.

Sem citar nenhuma fonte, um jornal peruano publicou no domingo que Humala e Heredia queriam aproveitar a festa nacional francesa, celebrada em 14 de julho, para comparecer à cerimônia programada na embaixada em Lima e solicitar asilo. O plano supostamente teria sido desfeito porque o juiz ditou a ordem de prisão um dia antes.

Humala e sua esposa cumprem uma ordem de prisão preventiva de 18 meses após serem acusados de lavagem de dinheiro, por supostamente receberem fundos da empreiteira Odebrecht para a campanha eleitoral do ex-presidente, que não teriam sido declarados.

O juiz Richard Concepción Carhuancho ditou a prisão preventiva para os Humala após receber a solicitação do procurador Germán Juárez, que alegou risco de fuga ou de demanda de asilo dos investigados, a quem o Peru conhece como "casal presidencial".

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AFP