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Iranianas caminham diante da ex-embaixada americana em Teerã em 3 de novembro de 2016

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A França pediu ao Congresso dos Estados Unidos que não rompa o histórico acordo nuclear com o Irã, depois que o presidente americano Donald Trump se recusou a certificar o acordo.

"Desejamos que o Congresso, que agora tem a responsabilidade de uma eventual ruptura, não questione o acordo" declarou à AFP o ministro francês das Relações Exteriores, Jean Yves Le Drian.

"Se denunciarmos um acordo que é respeitado, entraremos em uma lógica infernal e muito perigosa" acrescentou, referindo-se ao conflito igualmente nuclear com a Coreia do Norte. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) afirmou que Teerã respeita até agora os compromissos previstos no acordo.

Assinado em Viena em 2015 entre Irã e os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido) mais a Alemania, o Plano Global de Ação Comum (PGAC) previa uma suspensão progressiva das sanções em troca da garantia de que Teerã não iria levar a diante seus planos de desenvolver armas atômicas.

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AFP