Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Arquivo) O governo francês pediu nesta quarta-feira aos seus cidadãos que irão ao Brasil para os Jogos Olímpicos que se protejam do vírus zika, e aconselhou as mulheres grávidas a suspenderem suas viagens para zonas afetadas pela epidemia

(afp_tickers)

O governo francês pediu nesta quarta-feira aos seus cidadãos que irão ao Brasil para os Jogos Olímpicos que se protejam do vírus zika, e aconselhou as mulheres grávidas a suspenderem suas viagens para zonas afetadas pela epidemia.

"A prevenção é essencial para as mulheres grávidas, visto que o vírus pode ser responsável pela microcefalia em bebês, uma malformação grave e irreversível que se caracteriza por uma pequena anomalia no crânio", indicou a Direção Geral da Saúde francesa em um comunicado.

"Por isso, se recomenda às mulheres grávidas adiar suas viagens a zonas afetadas pela epidemia", acrescenta a nota.

Todos os turistas no Brasil são aconselhados a se proteger das picadas de mosquitos "por todos os meios, assim como após o seu retorno, para prevenir a introdução e a transmissão do vírus".

Estas medidas incluem o uso de manga comprida e de repelentes tratados com inseticidas.

"Se apresentar sintomas como febre alta ou moderada, fadiga, dores musculares ou articulares, dores de cabeça ou conjuntivite ao regressar, consulte rapidamente um médico mencionando a sua viagem ao Rio", diz o comunicado.

O Brasil é o país mais afetado pelo zika, com cerca de 1,5 milhão de pessoas infectadas e de 1.749 recém-nascidos com microcefalia, segundo o Ministério da Saúde.

O vírus é transmitido principalmente através do mosquito Aedes aegypti, que costuma picar no início do dia e no final da tarde, e o período de incubação dura entre três e doze dias.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP