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O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau (E), e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em Montreal, no dia 17 de setembro de 2016

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O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, conseguiram, neste sábado, em Montreal, os quase 13 bilhões de dólares que pretendiam para financiar durante três anos o Fundo Mundial de Luta contra a aids, a tuberculose e a malária.

"Arrecadamos quase 13 bilhões de dólares e graças a isto teremos salvado 8 milhões de vidas", declarou Justin Trudeau, no encerramento da quinta conferência trienal de refinanciamento do fundo.

Os governos, os sócios privados e as organizações não governamentais queriam arrecadar 13 bilhões de dólares, que são em sua opinião os necessários para financiar entre 2017 e 2019 os tratamentos para erradicar essas epidemias antes de 2030.

"Celebramos 15 anos de conquistas, mas estamos buscando mais sucessos nos próximos anos", declarou Ban Ki-moon neste sábado, segundo dia da conferência de refinanciamento do fundo mundial de luta contra esta três epidemias.

O fundo destaca que salvou 22 milhões de vidas e que evitou mais de 300 milhões de infecções, graças aos mais de 30 bilhões de dólares desembolsados.

"Se atuarmos, podemos eliminar as epidemias de aids, tuberculose e malária antes de 2030", o objetivo fixado pelas Nações Unidas, disse Justin Trudeau.

Em caso de sucesso, o mundo terá dado um grande passo para a redução da pobreza, muitas vezes associada à doença, acrescentou.

"Agora estamos em um ponto de inflexão" da luta contra essas epidemias, destacou o diretor-geral do fundo, Mark Dybul. "Podemos ser a geração que terá sob controle essas epidemias", declarou.

Em Montreal vários chefes de Estado e de governo, como o senegalês Macki Sall, o malinês Boubacar Keita e o marfinense Alassane Ouattara, relembraram a urgência de salvar vidas. Os representantes dos países doadores sucederam na tribuna de oradores para anunciar seus compromissos.

A arrecadação dos 13 bilhões de dólares para o período 2017-2019 deve ser concluída neste sábado. Os Estados Unidos estão no topo dos doadores, com 4,3 bilhões de dólares, seguido por França (1,2 bilhão de dólares), Alemanha (900 milhões), Japão (800 milhões) e Canadá (600 milhões).

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AFP