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Um grupo de universitários, associações e empresas tecnológicas, entre elas o Facebook, criou um fundo de pesquisa para ajudar o público a distinguir os conteúdos jornalísticos e detectar as informações falsas

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Um grupo de universitários, associações e empresas tecnológicas, entre elas o Facebook, criou um fundo de pesquisa dotado com 14 milhões de dólares para ajudar o público a distinguir os conteúdos jornalísticos e detectar as informações falsas.

O programa será dirigido pela escola de jornalismo da Universidade Pública de Nova York (CUNY), segundo um comunicado publicado nesta segunda-feira.

O financiamento vem do Facebook, da Fundação Ford, do Mozilla, do especialista em start-ups Betaworks, da Fundação John S. and James L. Knight, da empresa tecnológica AppNexus, da Fundação Tow e do fundo filantrópico Craig Newmark.

"O projeto se propõe a melhorar a confiança no jornalismo ao redor do mundo" e a "ajudar as pessoas a formar uma opinião clara sobre as informações lidas e compartilhada online".

Várias instituições, entre elas que a Fundação Novo Jornalismo Ibero-americano, com sede em Cartagena (Colômbia), a Sciences Po na França, o Centro Europeu de Jornalismo na Holanda e a Sociedade de Editores da Ásia, com sede em Hong Kong, se comprometeram a contribuir com as pesquisas da News Integrity Initiative (Iniciativa pela Integridade da Informação), o nome do projeto.

Desde a eleição de Donald Trump, o Facebook anunciou várias iniciativas para trabalhar mais estreitamente com a mídia e limitar a difusão de falsas informações na rede social.

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AFP