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Fundo Global alerta para 'desafios colossais' ante aids, tuberculose e malária

Número de mortes relacionadas à Aids em 2004, 2010 e 2018, e porcentagem de pessoas que vivem com o vírus HIV, submetidas à detecção ou com carga viral indetectável afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. setembro 2019 - 19:51
(AFP)

Os programas do Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária "salvaram 32 milhões de vidas" desde 2002, mas ainda existem "desafios colossais", segundo o informe anual da organização publicado nesta quinta-feira (19).

O informe "mostra claramente as razões pelas quais devemos acelerar o movimento", afirmou o diretor-executivo do Fundo, Peter Sands, na introdução do texto.

Em 2018, nos países onde o Fundo investe, 18,9 milhões de pessoas estavam sob tratamento antirretroviral contra o HIV, 5,3 milhões de pessoas eram tratadas para tuberculose e 131 milhões de mosquiteiros foram distribuídos para proteger da malária.

Apesar disso, "novas ameaças" comprometem o objetivo internacional de acabar com as três epidemias até 2030.

A primeira delas é a "estagnação dos financiamentos", segundo o Fundo Global, que cita também "a resistência aos medicamentos e aos inseticidas".

Sands pediu uma "colaboração e cooperação ainda maiores".

O Fundo Mundial é fruto de uma colaboração entre Estados, organizações, o setor privado e doentes. Conta com um orçamento de quase quatro bilhões de dólares anuais, cobertos em 95% pelas autoridades públicas.

A próxima conferência de reconstituição de fundos será realizada em 9 e 10 de outubro em Lyon (França).

O objetivo de financiamento para o período 2020-2022 é alcançar 14 bilhões de dólares, um montante considerado insuficiente pelas ONGs.

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