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O especialista francês Eric Turquin, em abril de 2016 em Paris, frente a uma pintura apresentada como obra de Caravaggio, que alguns especialistas argumentavam que se tratava de uma cópia

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O museu da Galleria Borghese e a casa de produtos de luxo Fendi anunciaram nesta quarta-feira a criação de um centro de estudos dedicado a Caravaggio, cujo objetivo principal será lutar contra a atribuição errônea de obras ao célebre pintor italiano.

"Desde que os grandes especialistas em Caravaggio não estão mais aqui, todo mundo pode decidir atribuir uma obra ao artista", explicou a diretora da Galleria Borghese, Anna Coliva, durante coletiva de imprensa em Roma, lembrando que este tipo de nomeação aconteceu várias vezes nos últimos anos.

O último exemplo foi um quadro encontrado em 2014 em um sótão perto de Toulouse, no sul da França, que alguns especialistas qualificaram de obra autêntica de Caravaggio (1571-1610), enquanto outros asseguravam que se tratava de uma cópia.

Para tentar evitar esse tipo de polêmicas sobre o pintor, foi criado o Caravaggio Research Institute, "cujo modelo poderá ser aplicado a outras estruturas", disse Coliva.

O centro tem a intenção de se tornar uma "referência mundial" em pesquisa sobre Caravaggio, e os avanços no estudo de suas pinturas serão difundidos em plataforma on-line, que será a maior base de dados sobre o artista segundo os responsáveis pelo projeto.

Para divulgar o projeto, a Fendi e a Galleria Borghese também organizaram um programa de exposições da obra do artista em grandes museus do mundo durante os três próximos anos, começando pelo Getty Museum de Los Angeles, a partir de 21 de novembro.

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AFP