Navigation

Gatos de Nova York são primeiros bichos de estimação com COVID-19 nos EUA

Autoridades sanitárias americanas recomendam que cães e gatos sejam mantidos dentro de casa para evitar que se contagiem com a COVID-19 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 22. abril 2020 - 21:16
(AFP)

Dois gatos nova-iorquinos se tornaram os primeiros animais de estimação diagnosticados com o novo coronavírus nos Estados Unidos, informaram as autoridades nesta quarta-feira (22).

Os gatos vivem em casas diferentes no estado de Nova York, epicentro da pandemia de COVID-19 no país, informaram o Departamento de Agricultura e o Centro para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC) em um comunicado conjunto.

"Ambos tiveram doenças respiratórias leves e se espera que se recuperem completamente", informaram.

O proprietário de um dos gatos contraiu coronavírus antes de o felino começar a ter os sintomas, explicaram as autoridades.

O outro gato vive em uma casa onde ninguém tinha sido diagnosticado com o novo coronavírus.

"O vírus pode ter sido transmitido a esse gato por um membro do lar sem sintomas ou levemente doente, ou através do contato com uma pessoa infectada fora de casa", destacou o comunicado.

Outro gato na mesma casa não apresentou sintomas da doença.

Embora as autoridades sanitárias ainda estudem o impacto da COVID-19 em animais, "não há provas de que os animais de estimação desempenhem um papel no contágio do vírus nos Estados Unidos", afirmaram.

A recomendação é que cães e gatos também respeitem o distanciamento social, assim como os humanos.

O CDC recomenda que os gatos fiquem dentro de casa quando possível para evitar que sua interação com outros animais e humanos.

Também indica que os cães devem ser levados para passear, mas sempre com coleira quando estiverem em ambientes externos e evitar áreas com aglomeração de pessoas, como os parques para cães, que estão fechados na cidade de Nova York.

Aconselha, ainda, que as pessoas que contraíram COVID-19 se mantenham separadas de seus animais de estimação durante a quarentena.

No começo do mês, um tigre do zoológico de Nova York do Bronx contraiu o coronavírus de um funcionário assintomático na ocasião.

No fim de março, um gato contraiu o coronavírus na Bélgica, após casos similares em Hong Kong, onde dois cães testaram positivo.

Acredita-se que tenham sido infectados pelas pessoas com quem convivem.

Mais de 15.000 pessoas morreram de COVID-19 no estado de Nova York em pouco mais de um mês.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.