A Suprema Corte de Gibraltar autorizou nesta quinta-feira que o petroleiro iraniano - retido no início de julho - deixe o território britânico, apesar do pedido dos Estados Unidos de prolongar o bloqueio do navio suspeito de entregar uma carga à Síria.

O Irã garantiu por escrito que o carregamento do "Grace1" não era destinado à Síria, alvo de um embargo da União Europeia, e as autoridades de Gibraltar pediram à Corte que suspendesse a medida.

O presidente do tribunal, o juiz Anthony Dudley, disse que não recebeu um pedido por escrito dos Estados Unidos para estender a imobilização do petroleiro.

Em reação imediata, o ministro das Relações Exteriores do Irã disse que a tentativa de "pirataria" dos Estados Unidos fracassou ante a decisão judicial.

"Tendo fracassado na realização de seus objetivos através do seu #Terrorismo Econômico - incluindo a privação de remédios para pacientes com câncer - os EUA tentaram abusar do sistema legal para roubar nossa propriedade em alto-mar", tuitou Mohammad Javad Zarif.

"Esta tentativa de pirataria é indicativa do desprezo da administração Trump pela lei", concluiu.

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