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(Arquivo) Logo da empresa russa Rosneft, em Moscou, em 28 de junho de 2017

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O consórcio controlado pela gigante de commodities Glencore e o fundo soberano do Catar anunciou, nesta segunda-feira (16), um acordo de 7,8 bilhões de euros para vender uma parcela de 14% da petroleira russa Rosneft para o conglomerado chinês CEFC.

A venda renderia cerca de 4 bilhões de euros, além "da quantia de euros decorrentes da conversão" de 4,6 bilhões de dólares para euro "em taxa média de cinco dias no dia do pagamento", disse a Glencore em um comunicado.

O acordo deixa a Glencore com 0,5% e o fundo do Catar com 4,8% da gigante petroleira russa.

O dinheiro será usado para pagar o financiamento que o consórcio recebeu do grupo bancário italiano Intesa Sanpaolo e de bancos russos em dezembro de 2016, quando comprou as ações da Rosneft.

Quando o acordo foi inicialmente anunciado, em 8 de setembro, o presidente da Rosneft disse que o consórcio enfrentava problemas para financiar grande parte de sua cota.

A Rosneft vendeu 19,5% de suas ações no fim de 2016 num negócio surpreendente, parte de uma onda de privatizações na Rússia - uma forma de melhorar o orçamento do país diante da queda de preços do petróleo.

O preço de compra de 10,5 bilhões de euros foi dividido igualmente entre Glencore e a Autoridade de Investimento do Catar (QIA, na sigla em inglês).

"A Glencore a QIA vão manter, cada uma, um interesse econômico nas ações da Rosneft proporcional ao seu investimento de capital original", disse a Glencore.

Com essa venda, o governo russo controla apenas 50% da maior empresa energética do país, com a britânica BP com 20%.

O grupo chinês CEFC, entre as dez maiores empresas privadas do país, gastou, nos últimos anos, cerca de 915 milhões de dólares para adquirir ações de uma companhia aérea, uma cervejaria, dois grupos de mídia e um time de futebol.

O negócio ainda depende de aprovação regulatória.

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AFP