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A Google disse que vai oferecer mais segurança para os usuários de "alto risco" que sejam alvos frequentes de ciberataques.

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A Google anunciou nesta terça-feira (17) que vai oferecer mais segurança para os usuários de "alto risco" que podem ser alvos frequentes de ciberataques.

O gigante tecnológico americano disse que qualquer usuário com uma conta do Google poderá se inscrever nesta nova "proteção avançada", mas observou que esses usuários terão que "trocar um pouco de conveniência" por esta segurança extra.

"Demos este passo incomum porque existe uma minoria ignorada de usuários que correm um alto risco de ser alvos de ataques on-line", aponta uma publicação do blog de segurança da Google.

"Podem ser, por exemplo, funcionários de uma campanha eleitoral que estejam se preparando para eleições próximas, jornalistas que tenham que proteger a confidencialidade das suas fontes ou pessoas que estejam em relações abusivas e busquem segurança", acrescentou.

A Google requererá que tais usuários entrem em suas contas com um dispositivo USB, que será parte de uma autenticação de dois passos para prevenir acessos fraudulentos.

"Um hacker que não tenha a sua chave de segurança é automaticamente bloqueado, mesmo que tenha a sua senha", indica o texto.

A Google proporcionará, além disso, supervisão adicional para essas contas e acesso limitado a aplicativos sensíveis, com o objetivo de protegê-las de falsificações e "phishing" - o uso da fraude para conseguir informações confidenciais como nomes de usuários, senhas, dados bancários e números de cartões de crédito.

"Às vezes, até os usuários mais cuidadosos e mais conscientes da segurança são atacados com sucesso através de fraudes de phishing, especialmente se estão direcionadas individualmente ao usuário em questão", indicou a companhia.

Um dos casos de ataque de phishing mais conhecidos é o do diretor da campanha eleitoral de Hillary Clinton, John Podesta, cuja conta foi hackeada, gerando uma série de vazamentos comprometedores.

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AFP