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O governo chileno lamentou o ataque à embaixada argentina em Santiago na noite de segunda-feira, depois de uma passeata na capital chilena exigindo justiça após a morte do ativista argentino Santiago Maldonado

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O governo chileno lamentou o ataque à embaixada argentina em Santiago na noite de segunda-feira, depois de uma passeata na capital chilena exigindo justiça após a morte do ativista argentino Santiago Maldonado.

Centenas de pessoas se reuniram em torno da embaixada argentina em Santiago, principalmente vestidas de preto, para exigir justiça a Maldonado, encontrado morto no sul da Argentina depois de mais de dois meses de desaparecimento.

Ao final da passeata, alguns manifestantes atacaram com pedras a representação diplomática, causando alguns danos na fachada e nos veículos estacionados em seu interior.

"Quero expressar a solidariedade e o pesar do governo do Chile com este ataque de vândalos contra a embaixada da Argentina no Chile", lamentou nesta terça-feira o chanceler chileno, Heraldo Muñoz, após uma reunião com o embaixador argentino, José Octavio Bordón.

"As embaixadas são invioláveis ​​e nem mesmo na ditadura tenho recordações de uma situação como essa, onde um grupo de indivíduos vandalizou, jogou tinta, danificou veículos", descreveu o diplomata chileno.

Já o embaixador argentino no Chile assegurou que o incidente foi causado por uma "minoria violenta".

"Esta minoria não representa o povo chileno, não representa o povo argentino e muito menos as culturas de nossos países. Não nos deixaremos vencer pela violência", disse o diplomata.

O embaixador informou que uma sala do edifício foi afetada pelo lançamento de pedras.

Em Buenos Aires, o ministério das Relações Exteriores condenou o incidente e rejeitou o uso "deste tipo de manifestação como forma de expressão pública e promoção de ideias políticas".

Imagens de televisão mostraram o momento em que o grupo criou uma barricada com fogo na rua da embaixada e atacou um ônibus do transporte público chileno.

A polícia informou que dois manifestantes foram detidos, enquanto o governo disse que redobraria a segurança na delegação diplomática.

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AFP