O chefe do Governo de Unidade Nacional (GNA) da Líbia, Fayez al Sarraj, reconhecido pela comunidade internacional, acusou seu rival, o marechal Khalifa Haftar, de "crimes de guerra" por foguetes disparados contra Trípoli, que mataram três pessoas.

O Exército Nacional Líbio (ENL) de Haftar rebateu a acusação, negou ter disparado os foguetes e acusou "as milícias terroristas que controlam a capital".

Fayez Sarraj visitou durante a noite os bairros de Abu Slim e Al Antissar, no sul de Trípoli, os mais afetados pelos foguetes, onde três pessoas morreram e 11 ficaram feridas.

Sarraj denunciou a "selvageria e a barbárie" do marechal Haftar, a quem chamou de "criminoso de guerra".

"Vamos apresentar todos os documentos ao Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra e crimes contra a humanidade", disse Sarraj.

A ofensiva que o marechal Haftar iniciou em 4 de abril contra a capital líbia parece estagnada, embora o ENL anuncie diariamente o avanço de suas tropas.

Ao menos 174 pessoas morreram desde o início dos combates há duas semanas, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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