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Grande maioria dos chilenos apoia aborto terapêutico

Manifestação pró-aborto em 25 de julho de 2013, na cidade de Santiago afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. julho 2014 - 19:59
(AFP)

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira mostra que 71% dos chilenos apoiam a aprovação do aborto terapêutico no Chile em caso de risco à saúde da mãe, má-formação do feto ou estupro.

À pergunta "Você concorda com a descriminalização do aborto em caso de risco à saúde da mãe, estupro ou má-formação do feto?" a grande maioria dos entrevistados mostrou-se favorável, na pesquisa mensal do governo realizada pelo instituto Adimark.

O Chile é um dos poucos países do mundo que não permitem o aborto em hipótese alguma.

A presidente Michelle Bachelet anunciou em maio que deseja reabrir o debate sobre a aprovação do aborto terapêutico, e que espera aprová-lo até o fim do ano.

Até 1989, o aborto terapêutico em caso de má-formação do feto ou risco à saúde da mãe era permitido no Chile, mas, no fim da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990), ele foi proibido. O divórcio foi aprovado no Chile em 2004.

O governo pretende promover alguns dos projetos de lei sobre o tema que seguem paralisados no Congresso, que nunca esteve disposto a legislar sobre o assunto.

O estudo foi feito em nível nacional entre 5 e 30 de junho, e ouviu 1.033 homens e mulheres maiores de 18 anos, com margem de erro de três pontos percentuais.

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