Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Mercado imobiliário de Toronto, no Canadá, está se aquecendo rápido demais, diz UBS

(afp_tickers)

O mercado imobiliário de cidades importantes está se aquecendo, e algumas delas enfrentam o risco de uma bolha - com Toronto no topo da lista -, segundo um estudo do banco suíço UBS divulgado nesta quinta-feira (28).

"Os principais mercados imobiliários urbanos em economias desenvolvidas estão supervalorizados e têm mais risco de uma bolha que em 2016", disse um comunicado do UBS.

Além de Toronto, Estocolmo, Munique, Vancouver, Sydney, Londres e Hong Kong estão na liderança, de acordo com o Índice Global de Bolhas Imobiliárias do gigante bancário.

Das 20 cidades avaliadas, o único centro urbano europeu em que os preços dos imóveis não estão inflados foi Milão, segundo o relatório.

O documento também aponta que, apesar de o mercado imobiliário de Londres continuar supervalorizado, o risco de uma bolha caiu desde a votação pelo Brexit, em 2016.

Paris, uma das diversas cidades europeias que viram "altas extremas" nos últimos quatro trimestres, "recuperou quase todo o terreno perdido desde 2012", disse o UBS.

O relatório encontrou uma única cidade onde os preços dos imóveis estão subvalorizados: Chicago.

"A melhoria do sentimento econômico, parcialmente acompanhada pela alta robusta da renda em cidades-chaves, conspirou com taxas de empréstimos excessivamente baixas para incentivar a demanda vigorosa por moradias urbanas", disse o diretor global imobiliário da UBS Claudio Saputelli em nota.

O texto destacou que este mercado nas principais cidades continua estimulado pela demanda chinesa, que, em alguns casos, "expulsou compradores locais".

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP