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Manifestantes seguram cartazes durante protesto contra o presidente Donald Trump sobre o Daca, em Nova York, em 5 de outubro de 2017

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Um grupo de advogados americanos apresentou nesta terça-feira uma ação para libertar a menina mexicana de 10 anos que sofre de paralisia cerebral e foi detida após ser operada em um hospital do Texas.

A União Americana de Direitos Civis (ACLU), em representação a Rosa María Hernández, declarou que processará o governo do presidente Donald Trump se a menina não for libertada ainda nesta terça-feira.

"As ações do governo são ilegais, cruéis e colocam em risco o tratamento da menina", afirmou o advogado da ACLU Michael Tan.

Hernández sofre de uma doença do desenvolvimento do cérebro que afeta o movimento do corpo e o controle sobre os músculos.

Seu mãe a levou ilegalmente do México para os Estados Unidos quando tinha três meses para que recebesse um atendimento médico melhor. Saíram de Nuevo Laredo para Laredo, cidade adjacentes na fronteira.

A menina viajou de ambulância para a cirurgia no Texas acompanhada por um adulto da família que é cidadão americano.

Agentes de imigração pararam os dois em um posto de polícia e os seguiram até o hospital, de onde a levaram sob custódia assim que recebeu alta, segundo a ACLU.

A prisão causou indignação e questionamentos sobre as prioridades do governo de Donald Trump, diante das crescentes detenções de migrantes em situação ilegal.

Trump prometeu se focar naqueles que cometem crimes enquanto estão ilegalmente nos Estados Unidos.

Foram arrecadados, por sua vez, mais de 26.000 dólares na plataforma GoFundMe para colaborar com os gastos legais de Hernández.

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AFP