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Fumaça é vista após bombardeio em 29 de setembro de 2017 no distrito de Jobar, a leste de Damasco, na Síria

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A coalizão extremista Tahrir al-Cham, formada essencialmente pelo braço da Al-Qaeda na Síria, negou nesta quarta-feira uma informação da Rússia segundo o qual seu chefe Mohamad Al Julani estava em "estado crítico" por um ataque russo.

O exército russo afirmou horas antes ter matado doze comandantes do Tahrir Al Cham, explicando ter ferido seu líder com gravidade.

Em um comunicado, o ministério russo da Defesa explicou ter lçançado na terça-feira ataques aéreos depois de ter obtido informações sobre uma reunião deste grupo, conhecido antes com o nome de Frente Al Nusra.

"Após o ataque (...) Mohammad Al Julani sofreu ferimentos graves e múltiplos, perdeu um braço e está em estado crítico, segundo várias fontes independentes", acrescentou.

Segundo o exército russo, que intervém no apoio ao regime de Bashar al Assad, doze comandantes, incluindo um dos braços direitos de Julani, morreram, assim como outros 50 oficiais. "Mais de uma dezena de combatentes" ficaram feridos.

A aviação russa conseguiu localizar os extremistas graças à informação obtida na terça-feira pelos serviços de inteligência e atacaram exatamente no momento previsto da reunião, segundo Moscou.

Esta operação foi realizada pela aviação russa após um ataque contra elementos da polícia militar russa em 18 de setembro na região de Hama, vizinha da de Idlib (nordeste) que não deixou vítimas.

O exército russo já disse ter matado em 27 de setembro em represálias a cinco comandantes e 32 combatentes de Tahrir Al Cham.

"Tahrir Al Cham nega o que circula na imprensa sobre a ferida de Mohamad Al Julani e confirma que está com boa saúde e que assume plenamente os deveres que lhe foram confiados", afirmou nesta quarta-feira à noite o grupo no Telegram.

Tahrir Al Cham, conhecido anteriormente pelo nome de Frente Al Nosra, anunciou sua ruptura com a Al-Qaeda em julho de 2016. Formado essencialmente por sírios, atrai numerosos rebeldes com seus meios financeiros e sua boa organização.

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AFP