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(6 abr) Russos homenageiam em Moscou vítimas do atentado em São Petersburgo

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Um grupo ligado à Al-Qaeda assumiu a responsabilidade pelo atentado no metrô de São Petersburgo no dia 3 de abril, que deixou pelo menos 15 mortos, noticiou nesta terça-feira SITE, o centro americano de monitoramento de sites extremistas.

O "Batalhão do Imã Shamil", um pequeno grupo conhecido das autoridades, reivindicou o ataque cometido, segundo ele, sob instruções do líder da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, indica o SITE, citando um comunicado do grupo divulgado na segunda-feira pela agência de notícias da Mauritânia.

De acordo com o texto, o ataque a bomba, que também feriu outras 20 pessoas, foi uma mensagem para a Rússia e para os países envolvidos em guerras contra os muçulmanos e para dizer-lhes que "o preço destas guerras é alto", acrescenta SITE.

"Esta operação foi apenas o começo", ameaça o grupo, que afirma que as medidas de segurança tomadas pelos russos não vão impedir seus membros de atingir seus alvos.

O suposto autor do ataque em São Petersburgo, Akbarjon Djalilov, um jovem de 22 anos, morreu no atentado, de acordo com Moscou.

Djalilov tinha cidadania russa desde seus 16 anos, mas nasceu no Quirguistão, na região de Osh, conhecida por fornecer grandes contingentes ao grupo Estado Islâmico (EI) na Síria e no Iraque.

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