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Guaidó insiste com militares para que retirem apoio a Maduro

Juan Guaido fala aos apoiadores durante uma manifestação em Caracas em 10 de abril de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 10. abril 2019 - 22:57
(AFP)

O líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, insistiu na quarta-feira (10) em seu apelo aos militares para que parem de apoiar o presidente Nicolás Maduro, considerando que isso é tudo o que é necessário para conseguir sua saída do poder.

"Exigimos que as Forças Armadas (...) fiquem do lado da Venezuela. Estamos convidando-os a tomar o lado certo da história, estamos convidando-os a recuperar a honra", disse Guaidó diante de centenas de apoiadores.

Reconhecido por mais de 50 países como presidente interino, após se autoproclamar em 23 de janeiro, o chefe do parlamento se dirigiu várias vezes aos militares durante os pequenos protestos que convocou em Caracas.

"Até quando vocês vão apoiar alguém que não tem respostas de nenhum tipo para resolver os problemas do país?", perguntou o opositor aos militares, considerados a principal base de apoio do governo socialista.

As manifestações desta quarta-feira coincidiram com um novo blecaute maciço que afetou a capital e boa parte da Venezuela durante a noite de terça-feira e parte da quarta-feira.

Em seu esforço para obter apoio militar, em 19 de março, a legislatura, com uma maioria opositora, aprovou um acordo para garantir que os militares que rompam com Maduro mantenham suas patentes e permaneçam ativos quando um novo governo tomar posse.

Mas a liderança militar continuamente reitera sua "lealdade irrestrita" ao presidente, que o Parlamento declarou "usurpador", alegando que o segundo mandato iniciado em 10 de janeiro resultou de eleições "fraudulentas".

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