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(Dez/2014) Centro de tratamento do ebola em Conakry

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Um trabalhador da saúde foi curado do Ebola e recebeu alta do hospital perto da capital dos Estados Unidos - informaram as autoridades responsáveis nesta quinta-feira.

O homem, cuja identidade não foi revelada, contraiu o vírus mortal enquanto trabalhava em Serra Leoa e foi repatriado para os Estados Unidos no mês passado para receber tratamento no Centro Clínico do NIH, em Bethesda, Maryland, nos arredores de Washington.

"Estamos satisfeitos com a notícia de que nosso colega está indo para casa livre do Ebola, e caminha em direção a uma recuperação completa", afirmou Sheila Davis, do Partners In Health, a organização humanitária médica para qual o homem trabalhava na África Ocidental durante a pior epidemia de Ebola na história.

"O indivíduo não representa mais perigo de contágio para a comunidade", informou o NIH (institutos de saúde dos Estados Unidos) em um comunicado.

Essa pessoa trabalha na área médica e nem a identidade nem o sexo foram revelados. Ele viu sua saúde deteriorar-se e seu estado foi considerado crítico em 16 de março, antes de apresentar uma melhoria lenta.

Uma enfermeira americana, Nina Pham, infectada pelo vírus ao atender a um paciente da Libéria em um hospital no Texas (sul), onde foi internado e morreu, foi tratada na mesma instituição e foi declarada curada em 24 de outubro do ano passado.

Serra Leoa tem o maior número de casos de Ebola, seguida por Libéria e Guiné, os outros dois países mais afetados pela epidemia na África Ocidental.

Mais de 10.000 pessoas morreram vítimas desta doença desde que o surto foi identificado no início de 2014, segundo um relatório recente da Organização Mundial da Saúde (OMS).

AFP