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(Arquivo) Os homossexuais na Suíça poderão, a partir de julho, doar sangue com a condição de que não tenham mantido relações sexuais com um homem nos últimos 12 meses, anunciaram nesta terça-feira as autoridades suíças de saúde

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Os homossexuais na Suíça poderão, a partir de julho, doar sangue com a condição de que não tenham mantido relações sexuais com um homem nos últimos 12 meses, anunciaram nesta terça-feira as autoridades suíças de saúde.

Esta decisão da Swissmedic, a autoridade suíça de controle e autorização de produtos terapêuticos, põe fim a uma proibição que existia desde 1977.

"A exclusão definitiva dos homens que têm relações sexuais com homens, que era aplicada até agora, será substituída por uma suspensão provisória com duração de 12 meses a partir da última relação sexual", anunciou a Swissmedic em um comunicado.

A suspensão de 12 meses corresponde a medidas preventivas que se aplicam a outros comportamentos de risco como a troca de parceiros e as viagens para países com um alto nível de aids, afirma o comunicado.

"Para proteger os beneficiários de transfusões e de produtos sanguíneos é essencial que os doadores respeitem os critérios de doação em vigor e preencham honestamente o formulário antes de cada doação", adverte a Swissmedic.

França e Estados Unidos tomaram uma decisão semelhante em 2015, seguindo os passos de Austrália e Japão. A proibição também foi suspensa em novembro de 2011 na Inglaterra, Escócia e País de Gales.

A exclusão permanente da doação de sangue para homens que tenham mantido relações homossexuais foi instaurada nos anos 1970 e 1980 em muitos países pelo temor da transmissão da aids.

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AFP